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21 de abril de 2013

Fica a dica!


O último texto postado (Prisão domiciliar) trata-se de um conto baseado em fatos reais. 
Devido alguns comentários, resolvi mostrar para vocês que já existem verdadeiras "ondas de entretenimento"
parecidas com esse tipo de situação, o que leva algumas pessoas a entender melhor o que se passa com sua própria mente, corpo e personalidade em seus dias fagueiros.

Nos EUA, esse novo tipo de "esporte" é chamado de "People watching". O blogueiro Celso Japiassu explica melhor como funciona. 
Neste outro site pode-se entender um pouco como praticar o People Watching. 
Creio que este novo exercício está sendo de grande agrado principalmente aos amantes da fotografia, que intuitivamente já fazem uso dessas técnicas, porém com a consciência de conseguir passar a sua visão para os expectadores e apreciadores da sua arte. Espero que gostem!



23 de fevereiro de 2013

É só fascinação




Já é fato consumado. É um medo que me paralisa. Na verdade, uma vontade de entorpecer por alguns instantes. Porque o temor agonia-me. Assusta-me. Envergonha-me. Encanta-me.
Não sei de onde veio essa fascinação. Apenas compreendo que chegou, há algum tempo, e veio pra ficar.
O brilho intenso dos teus olhos transmite-me o que eu jamais poderia explicar em palavras. Os pensamentos conseguem ser muito mais fortes, embora as ações sejam poucas. Olhos para acordar, olhos para dormir, olhos para amar. Mas, os olhares ainda são cegos, não se propagaram pelo ardor que se passa nas veias.
Corações mortos, pálidos e desajustados. É que amar é difícil. Trata-se de uma tarefa autodestrutiva, e às vezes, sufoca e enfarta ambos.
Entretanto, eu aprecio os olhos. São tão mais sensatos que os corações. Conseguimos conhecer um indivíduo inteiro por fisgar de olhares, o que desperta minha timidez. Aposto que isso acontece em qualquer ser capaz de dilatar suas pupilas.    
Contudo, desconheço a minha raça. Trocam as vidas por qualquer pedaço de pedra que brilhe, papel com números ou saquinhos de pó. Trocar olhares é tão mais fácil e prazeroso...
Amar os olhos, talvez seja o sentimento mais sincero. Amar os teus olhos, talvez seja o combustível de minha alma.

13 de fevereiro de 2013

Dez mais seis


Dezesseis não é mais quinze. Também não é dezessete, nem muito menos dezoito. É um pouco depois do início. É como se fosse o meio do meio do caminho andado no tabuleiro.
Dezesseis não é doce nem amargo, não é duro nem mole, não é fácil nem difícil.
É onde a irresponsabilidade da afetuosa infância começa a desaparecer. É quando o mundo já não é visto com os mesmos olhos sutis.
Dezesseis é aquele momento em que você começa a perceber que o esforço para apagar as velas tem que ser maior.
Está ficando mais perto de ser adulto, e mais distante de ser criança, mesmo que teus pais ainda te chamem de meu bebê. É que a gente nunca cresce para os nossos pais.
É a fase da negociação de liberdade, dieta de inocência, gula de descobertas, sede de revolução, cárcere de responsabilidades.
“As tardes não são mais fagueiras e não há mais sombras de bananeiras ou laranjais”. Isso era quando eu tinha “Meus oito anos”. Agora tenho o dobro.
Porém, ainda morremos de rir. Rimos até da morte.
Vimos o despontar da catapulta. Resta saber o destino dos ventos.
E que ansiosos ventos! Chegamos a soprar junto a eles. São as tais andorinhas que nos deixam inquietos.
Vencemos pela impaciência. Entretanto, também somos arruinados por ela.
É mais um dia. Um dia que calculam dezesseis anos desde aquela data.

9 de fevereiro de 2013

III. Expectativas banais



Ele estava lá, sempre à espera. No banco da praça, na fila do mercado, na fila do cinema, na fila do banco, na fila da sopa, na fila de entrada, na fila de saída, na fila da sala de espera.
Até no terapeuta existe fila.  Mas ora essa, que contradição- só existe loucura, porque existe fila. Só existe fila, porque existe espera.
Esperamos a chegada hora. Como outros diriam, esperamos a “hora H”.
Esperamos ser felizes. E, enquanto este dia não chega, esperamos morrer.
Mas, eis uma coisa interessante. Vivemos em busca da felicidade, vivemos para sermos felizes. E o que é a felicidade se não for os inconstantes momentos? Como definiríamos a moça se não existisse a velha tristeza?
Imagem por Arthur Castro. FocosPro
Almejamos o dia em que vai existir o para sempre. E não sabemos que ele já existe, só que “o para sempre, sempre acaba”. Não preciso que não acabe, apenas quero que dure um pouco mais. É difícil encontrar sentido. Entretanto, o fato é que não sabemos dar nome aos sentimentos.
Só que agora consigo sentir a presença. Jogou-se tudo no vento de um tufão e um jovem mar apareceu, hoje de novo. Esse mar que se faz de vítima, mas que no fundo, ainda é o que atordoa. Uma verdadeira mistura de água, sons e céu.
Tive a terrível sensação de uma lua surgindo, ainda mesmo com as últimas flechas de sol, as quais já consigo abrir meus olhos e encará-las frente a frente.
No final de tudo, é a liberdade que nos acalanta. Aquela que de vez em quando, aparece por vós, submergindo a todos os nossos problemas.
Ela estava a sua espera. Não saía de lá, porque sabia que em algum momento chegaria. A espera vos desencontrou. Ele esperava e ela também.
A única coisa que vos ligava era a chuva que caía dos vos ligava eram as gotas de chuva que caíam dos olhos deles, e padeciam sobre vossos peitos.
Sempre obra da espera. Pois quem muito espera, nunca alcança.

8 de fevereiro de 2013

Quem? Eu?


Essa semana sou obrigada a sair um pouco do âmbito poético. Estamos vivendo verdadeiros dias de Macabéa. Se você é um daqueles que está super animado com o Carnaval, e está dizendo por ai que “nem um tsunami te derruba”, nem leia o resto do texto.
A hipocrisia já te consumiu por inteiro. Pois é, se até agora não temos previsão para nenhum tsunami do proveniente do Atlântico, esse porém, pode vir até do Pacífico. Se bem que um tsunami agora não seria nada mal. Acabaria com a sua hipocrisia e traria a vida de muitas pessoas. Olha só a posição estratégica da América do Sul!
Por Júlia Helena. Cativando-se.
Nós, privilegiados, temos 8.514.876 quilômetros de terra e  aproximadamente 193.946.886 de vácuos ambulantes.
O grito se propõe em um só.
Acorda Brasil. Acorda para ver que a da cigana já te engana. A corrupção te faz um pecador. Pois bem, sempre são as migalhas do pão que se espalham na maior parte da mesa.
Se o penhor dessa igualdade”? Com certeza tem alguma coisa errada por ai. É Brasil, Policarpo estava certo mesmo. Tuas fulguras estrelas na imensidão do céu azul, já não mostra mais uma pátria tão amada.
E o Seu Chico? Por que anda a matar tanta gente?  Homem de tanto caráter... Ah, bem lembrado. Tem uns homens de preto andando por ai. Até que são elegantes.
Brasil, por favor, não me engane. O Seu Chico disse que não gostava muito deles, porque vos acoberta?
Deve ser porque eles mandam mesmo em você. Mandam no seu vizinho. Mandam na educação dos seus filhos. Na sua saúde. No esgoto da sua rua. Na comida posta à mesa. Na água que você bebe. Na sua sobrevivência. E até na sua morte.
Só mais um aviso, meu caro: eles não irão parar de mandar enquanto nada for feito. Só tua boca e mãos nos salvam.


7 de fevereiro de 2013

Desculpas avessas



A minha visão já não é a mesma. Está tão frágil, que se rompe em mim a cada minuto que se passa. Anseio que entendas o sentido de me fazer tão distante. É, eu sempre estou ausente. Mas, não sou ausente.
Não sou ausente porque mesmo de longe, meu pensamento se encontra contigo. Mesmo que a física não nos permita ocupar um só espaço, minha mente te guarda dentro de mim. É uma verdadeira overdose de fantasia. Infelizmente, a felicidade de viver nos propõe moços desafios na solidão.            
As novas, que já são antigas, não são mais tão novas, pois não são mais compreendidas. Tenho sempre a esperança guardada nos meus mais profundos silêncios, de que um belo dia, me entenderá.
Sabes que um amontoado de letras nunca me descreveu, eu sempre estive no meio de um vendaval. Agora, tentei organizar tudo em tais “palavras”. Não funcionou.
Ganhei algo que me convenceu. Reorganizei e chamei de “frase”. Minha persuasão ainda não te bastou. É que existem muitos pontos e vírgulas entre o nosso caminho.
Tenho poucas virtudes. Sinto poucos prazeres coletivos. Meu único egoísmo é achar a vida bela demais, tanto que quero aproveitar cada misero segundo comigo mesma. E nesse empasse, perdi você.
Perdi você assim como perdi muita gente, ganhei muitas outras, e as perdi outra vez. É que às vezes sou tão inconstante. Apenas espero a nova ascenção. A minha e a vossa.
Só te escrevo porque não aguento mais estas andorinhas dentro de mim. Só te escrevo porque vi que tu me destes por falta. Só te escrevo porque não há mais o que se fazer a não ser escrever.
Não sinto a entrega. Os ventos sopram superficialmente. Tão supérfluos, pobres rapazes.
Sei que compartilhamos a carapuça e os cheiros.
Sei que não há mais eu dentro de mim, pois ainda estou dentro de você.
Sei que os dias não serão iguais, as palavras não serão mais as mesmas, a voz será mais rouca e a palidez tomará de conta dos rostos.
Apeteço que um dia encontrará o meu legado. Assim como um dia encontrei o teu. 

12 de janeiro de 2013

Karma escolhido


Que drama barato
Que projeto imundo
Fotografia por Arthur Castro. Blog  FocosPro .
É tudo que tenho
Esse é o vosso mundo

Com a licença
De sua presença
Em minha humilde colocação
Eu conto o que não devia
Ou, não sei se vou contar-te não
É que não é do meu feitio
Passar-me por fofoqueiro
Mas a politicagem é suja
Nesse mundo corriqueiro

A politicagem humana
A politicagem do lar
A politicagem dos filhos
A politicagem do bar
A politicagem sem eira
E beira nem tem
Como posso dizer-te isso
Se político és também
Tu és mesmo sem querer ser    
Tu és porque teus pais                disseram que tu eras
Tu és porque nem procurastes saber
O que realmente
Tu queria ser.

10 de janeiro de 2013

"Flor no asfalto"

Não, definitivamente não é assim. O mundo é um conjunto de ideias. E um conjunto só funciona se um "todo" fizer parte dele. As pessoas pensam que a natureza da alma de uma das outras gira em torno do seu próprio umbigo, que uma palavra não faz diferença, que um sentimento é mais uma coisa qualquer que se encontra vendendo por ai. 
Os seres humanos que me desculpem, mas vocês estão ficando cada vez mais hipócritas. Continuem a fingir que não veem a realidade, que ela continuará a fingir que acontece da forma que vocês pensam. Um simples ato, uma forma diferente de pensar pode mudar o todo, sim, porque um pode fazer toda a diferença.
É simples dizer "eu aceito". É simples não reclamar quando não se tem opinião própria. É simples agir naturalmente como se nada estivesse acontecendo. Mero engano... Mas, o que eu estou dizendo? Estou falando com seres humanos, e, é isso que eles fazem o tempo todo, se enganam.
Tentar demonstrar que não é igual a massa e que pode agir diferentemente de todos não é tarefa fácil. Principalmente quando as pessoas começam a te olhar de tal forma. Porém, com o passar do tempo, aquelas que realmente merecem o sua companhia e admiração vão saber que você é um dos que vieram para mudar nosso mundinho. Mundinho esse que as "pessoas grandes" acham que podem tomar posse para si, pisar naqueles que elas bem entendem. 
Parece que estão querendo transformar esse espaço num verdadeiro shopping center, onde o dinheiro compra tudo que desejamos, até mesmo pessoas. Mas não se preocupem os que não tem dinheiro, me disseram que já estão quase descobrindo vida em outros planetas e que estão vindo aqui para nos buscar...
Podem conseguir calar a minha boca, proibir meus atos, mas a minha mente... Eles não vão conseguir parar enquanto a vida me permitir. Viemos ao mundo para fazer valer a pena nossa existência, e por mais duro que seja o cimento do asfalto, uma nova flor sempre irá brotar.

9 de janeiro de 2013

I. Memórias de Valentina

Às vezes é muito difícil começar. Na verdade, não somente "às vezes", quase sempre trata-se de uma tarefa difícil, misteriosa, cheia de desafios e obstáculos, mas que são necessários serem vencidos e ultrapassados. Mesmo com quedas e retrocessos, para o êxito tão almejado.
As mudanças estão presentes nos seres, todos os dias, o tempo todo. Contudo, essa presença se relata em diferentes aspectos - quando digo isso, quero levar em conta sua intensidade que não é a mesma em todas as ocasiões, primeiramente por causa de uma culpada chamada "ideia".
Tudo surge a partir da ideia- um fruto que brota na mente de um ser e dar sua cria, tentando mudar seu habitat natural. Mas a ideia é inútil se sozinha, a ideologia só se transforma em mudança juntamente com a ação.
Quando isso acontece transforma-se em uma peste, contagiando cabeças, destruindo, construindo, refazendo, desfazendo, mantendo... Mudando.
Será que algo pode começar depois de uma vírgula?
Ou continuar a ser o que era depois de um ponto final?
Palavras jogadas ao vento sabem o caminho de casa ou encontram um novo lar ?
São tantas perguntas achadas. São tantas respostas perdidas.
É uma pena que o caça-respostas da vida seja tão complicado, pois sempre vão surgir mais perguntas e perguntas levam a procura de respostas, que geram mais perguntas, que levantam outros questionamentos e por ai vai. Perguntas são como bactérias, mas, sinceramente, bactérias ou células malignas podem simplesmente serem mais fáceis de combater-se do que perguntas.
Estive pensando se as respostas não poderiam ser encontradas nas próprias perguntas. Entretanto, essas ideias levianas só confundem mais minha cabeça. O certo mesmo é acreditar.
Acreditar. Uma palavra que se encontra dentro de outro buraco, muito difícil de ser pega para si. Nem tudo que se ver é verdadeiro, mas nem tudo que não é visto é impossível de existir. Como vi um certo alguém dizendo um dia desses "o jeito é acreditar chorando". Certas vezes, o início pode ser a parte do meio.
Mas na verdade, não é esse o meu propósito de está aqui. Aliás, você que ler-me nesse exato momento já se perguntou o porquê de estar aqui?
Eu sim. Várias e várias vezes. Até hoje procuro a resposta, mas tenho a esperança de um dia encontrá-la. Há uns que dizem que não estamos aqui por acaso, que somos alvo de uma força maior que nos protege e conduz. Outros tentam achar a resposta de onde viemos e para onde vamos. Há também quem fique em cima do muro e não saiba para que lado cair. Ou até sabe, mas tem vergonha de mostrar sua opinião.
O que me resta é esperar e crer piamente no arco-íris. É, aquele que chamamos de amor. Onde cada cor tem um tom. Um dom. Um som. Um bom. 

A triste pata de elefante

Qual o motivo de escutares minhas orelhas? Não consigo enxergar o porquê, pois, elas nunca falam verdades.
O mundo me fez ter alma de macaco e elefante, respectivamente. Espero que minha manada não me siga um dia, mas, já tenho doze anos. Preciso ficar só para viver.
Não sabes utilizar tua tromba, e me destes, por algum motivo, o marfim dos teus dentes, pois os meus estão fracos e já começaram a cair. Minha história deveria se manter num eterno status quo, mas, encontrei uma pata de elefante no meio do caminho. Segui-a, e por fim, descobri que também sou um deles.
Perdi meus afins. Na verdade, tive que deixa-los. Eis aqui o meu triste fim.
Sou mexicana, e dizem que tenho que viver com protetor solar, o que me deixa inconsolada. Sinto falta das minhas flores, não há o que fazer, senão, observar as dos meus companheiros.
Apenas tenho orgulho das minhas raízes, sim, orgulho, pois foi você quem preparou o solo.
Minha imagem majestosa- gorda, orelhas grandes, nariz alongado e dentuça- só te mostra o que não sou, mas, que gostaria de ser.
Apenas espero que não vendas as minhas presas.
Minha reserva de água está se esgotando, a estiagem foi muito longa e o deserto se aproxima.
Não basta me ver para me conhecer, é preciso escutar-me, quer dizer, escutar minhas orelhas de paquiderme. Não me atinja com o seu elephant gun, se eu conseguisse, fugiria de você, porém, a vida me decretou a viver na savana.
Preciso ir, o céu está estrelado, o meu eu precisa ficar sozinho.
O meu pressentimento não estava errado, meus companheiros me seguirão, meus condutos nervosos me tornarão sensível e minhas cinco toneladas me deixam leve como uma pluma. 

15 de abril de 2012

O poder das palavras

Não sei o que dizer. Meu pensamento está tão vago quanto folhas de papel em branco, mas ao mesmo tempo, um turbilhão de coisas me afetam. Ah se eu conseguisse formular um manual de instruções para nossas vidas... Tudo poderia ser tão mais simples! Porém, nada é como a gente espera. Ou é, só que nós sempre arranjamos um jeito de complicar tudo.
Às vezes eu confundo meus sonhos com a realidade, e depois que me deparo com a mesma, acabo percebendo que tudo não passou de uma mera ilusão. Aí chega a decepção. Procurando um dia o significado desta palavra no dicionário, achei os seguintes termos que tentam defini-la: Desilusão, desapontamento, frustração. 

A minha alma não consegue enxergar nada disso. Enxerga apenas a dor que tal palavra me causa.
Dizem que as palavras tem mais força que uma agressão física, que elas são capazes de machucar e decepar qualquer coração por uma eternidade. Eu realmente concordo com isso. Mas não só no sentido de ferir algo ou alguém, no sentido também de conquistar o seu espaço no mundo. Foi assim que, por exemplo, Hitler fez para convencer as cabeças de toda uma geração. Ele não usou, inicialmente, mais do que palavras para alcançar seu objetivo principal. Na Ditadura Militar do Brasil, e assim como em todas as ditaduras, as pessoas são proibidas de expressar seus pensamentos, pois eles modificariam o contexto de toda a situação e a ordem estabelecida. Einstein, Descartes e muitos outros grandes pensadores também tinham como um de seus lemas " As ideias movem o mundo".
As pessoas têm a mania de definir seus pensamentos baseando-se ou totalmente na emoção ou totalmente na razão. O bom mesmo seria uma proporção entre esses dois lados, fazendo com que um suprisse o outro. Porém, infelizmente ainda não encontramos a fórmula correta para isso. Em meio a tudo, não há como deixar de repetir a velha frase - E assim caminha a humanidade - mesmo que em meio a trancos e barrancos.